Workshop sobre o Risco de Incêndio Florestal: Programas de comportamento de fogo: Uma boa ferramenta para melhorar os planos de gestão de fogo

//Workshop sobre o Risco de Incêndio Florestal: Programas de comportamento de fogo: Uma boa ferramenta para melhorar os planos de gestão de fogo

Workshop sobre o Risco de Incêndio Florestal: Programas de comportamento de fogo: Uma boa ferramenta para melhorar os planos de gestão de fogo

Par |2018-04-25T15:23:45+00:00décembre 1st, 2017|0 Commentaires

Este workshop teve lugar nos dias 22 e 23 de Maio de 2017, sendo parte integrante de um conjunto de workshops transnacionais que decorrerão durante o ano de 2017, no âmbito do projeto PLURIFOR (Interreg Sudoe) .

Escrito por Manuela Branco

O objetivo principal destes workshops transnacionais que se debruçam sobre a gestão dos riscos que afetam os espaços florestais é a partilha de conhecimentos entre os parceiros do projeto e seus associados.

Francisco Rego e Conceição Colaço, do Instituto Superior de Agronomia (Universidade de Lisboa), coordenadores do grupo de trabalho dedicado ao risco de incêndio florestal, acolheram os 13 formandos que participaram neste workshop de dois dias, os quais puderam contar com a partilha de conhecimento de 5 formadores convidados.

No primeiro dia, os parceiros do projeto apresentaram de forma breve, as diferentes ferramentas que estão a utilizar para elaborarem os planos de prevenção de incêndios nas suas respetivas regiões: Portugal, Galiza, Astúrias e País Basco.

Seguiu-se a apresentação e discussão de três simuladores do comportamento do fogo utilizando para tal diferentes casos práticos: FARSITE, FlamMap e TIGER. Este último simulador foi alvo de uma formação mais prática tendo sido testados pelos participantes o comportamento de alguns incêndios.

O dia finalizou-se com a discussão sobre as necessidades sentidas por parte dos formandos em relação a estes simuladores.

No dia seguinte os participantes visitaram no terreno diferentes áreas florestais na região de Coruche, onde se planificaram e implementaram faixas de gestão de combustível para prevenção dos incêndios florestais. Ainda foi possível ver no terreno operações de destroçamento dos restos de pinheiro bravo e manso, utilizado para estilha e “pellets”, bem como a área ardida percorrida pelo incêndio de 2015.

Os participantes tiveram a oportunidade de discutir no terreno com as técnicas da Associação Florestal e com quem desenhou o plano de gestão das faixas de combustível, sobre as dificuldades encontradas no desenvolvimento, implementação e manutenção das atividades previstas neste, num contexto de uma vegetação heterogénea e uma propriedade muito fragmentada.

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